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4 sapos

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

4 sapos

30
Dez19

Do meu 2019 dá para retirar...


Mãe Maria

Do meu 2019 dá para retirar um pouco de sumo de manga doce. Contudo haverá amargura pelo meio?

Talvez sim ou talvez não. Depende sempre da minha estabilidade emocional na hora de escrever o meu texto.

A minha noite de ontem foi uma daquelas que não se querem. Rolei na cama um milhão de vezes, tipo espeto no braseiro, em roda constante para não queimar. Talvez fosse, no meu caso, para não sentir as dores nos ossos, porque a pestana estava teimosa e não fechava, e as sensações estavam todas acordadas.

Dei por mim a pensar o que me levava a estes estados de ansiedade que me roubam o sono. Não tive um dia de stress, pelo menos que tivesse dado conta. Porém, foi uma noite que deu para vaguear pelo ano que vai findar.

Ganhei uma nora simpática e que vai dando conta do recado no que toca em entender o meu primogénito que, há na sua primeira oportunidade deu um salto gigante na sua vida e foi viver a sua liberdade, ao seu jeito e ao da companheira que a vida, por ora lhe deu.

E por isso, dei por mim a tomar conta de um gato por uma semana. Uma aventura e peras.

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2019 foi mais um ano em que não ganhei a lotaria, nem nada que me tivesse enchido, calorosamente, a minha conta bancária. Subi (aliás, subimos porque aconteceu o mesmo ao maridão) de categoria profissional, embora ainda pendente, por não se considerar, ainda, consolidada. O vencimento também aumentou, significativamente, mas o IRs limpa uma boa parte dele. Coisas que só um funcionário público entende. Foi bom e isso é bastante para tirar esta carta positiva destes últimos onze meses.

Conseguimos fazer uma semana de férias em terras algarvias, que há uns anitos não acontecia. E foi uma semana a dois.  A juntar a estes dias, houve alguns passeios e caminhadas giras. Positivo, também.

Houve uns sustos valentes com o pai que lhe diminuiram a sua capacidade cognitiva e de interação.

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Ficou definitivamente dependente de terceiros e a viver num "Lar". É uma situação que me confunde mas que não há volta a dar por ser, na realidade, o melhor para ele.

A filha vai conseguindo vencer, lentamente, as suas ansiedades, e dando os seus passos positivos no seu curso. A nervoseira do último ano tem toldado um pouco a sua caminhada, mas tem conseguido ir sempre em frente numa luta constante.

Não estive doente mas vi colegas entrarem de baixa médica para iniciarem a sua luta contra o cancro. As noticias têm sido boas. As ausências, contudo, entristecem pelos motivos fortes que as originou.

Perdi um peixinho do meu aquário (lol). A mim, não me afetou mas a filha e a sobrinha neta ficaram tristes. Há que assinalar o acontecido.

Não li os livros que deveria ter lido. Dediquei mais o tempo entre tecidos, linhas e costuras, preenchendo por completo as horas livres de final de tarde e noite dentro. Será que 2020 me irá surpreender neste campo? Estou com a leitura iniciada do Ulisses de James Joyce.

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Um livro difícil que não sei se o vou entender e tão pouco ler até ao fim. Há muitos livros em fila de espera que talvez sejam mais desafiantes. Aguardem novidades.

 

 

Participei em duas meias maratonas e mais algumas corridas e fiz o meu primeito trail. O peso manteve-se nos 53, querendo sempre fugir para os 54.

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Mas eu dei luta e termino nos 53,50, só porque o natal tras sempre excessos irresistíveis.

Tentei pegar nos pinceis e aguarelas e fazer uma pintura das flores que uma amiga gosta tanto e oferecer-lhe no natal. Ficou só por casa. Vou ter de treinar mais um pouco, lol.

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Por falar em natal, fiz o bolo rei, que de sabor estava excelente, mas não vos posso deixar uma foto porque me esqueci de a tirar.

Bye Bye 2019 que me levaste gente gira deixando tristeza e saudade. Mas é a única certeza de cada ano. Faz parte do ciclo da vida e que não podemos deriblar.

Desejo a todos um excelente Ano.

 

 

 

 

 

 

29
Dez19

S. Silvestre de lisboa "is the best"


Mãe Maria

Ontem foi dia de mais uma corrida de S. Silvestre para fechar o ano nas corridas.

Para mim foi a terceira.

Mas ainda não foi desta que consegui fazer os 10km abaixo da 1h. Foram 1:00:43. Shame on me!!

Muita gente e fica difícil conseguir ultrapassar os que andam mais lentos, que são muitos.

Contudo, é uma corrida para diversão. Muito fixe mesmo, talvez por ser à noite e o ambiente das luzes de natal das ruas torna a corrida uma magia.

Para o ano há mais. 

 

28
Dez19

Marta


Mãe Maria

Marta é o fim da dor, da sua, pois não é possível imaginarmos a intensidade delas.

É sempre uma notícia triste. Em tempos, também seguia uma blogger que partiu, pouco tempo depois de ter descoberto a doença. 

É o fim da dor, o início de muitas outras, aqueles que ficam e a quem a saudade, por vezes, mata.

Até sempre Elle. 

 

 

27
Dez19

Hello, hello de Art Sullivan.


Mãe Maria

"Hello, hello petite demoiselle. Hello, hello, c'est une idée rebelle.

Il faudra bien qu'un jour, je te parle d'amour.

Hello, hello, hello"

Nunca esqueci este trecho desta canção do Sullivan. 

Partiu hoje e enquanto a minha memória não me trai, lembrar-me-ei sempre deste cantor de canções de encantar.

Hello, hello, Art Sullivan.

26
Dez19

O adeus a 2019 está quase


Mãe Maria

Estive na terra que me viu nascer, por isso sou daquelas que, em Lisboa, se pode fazer a pergunta "vais  à terra? 

Ainda não tinham passado 48 horas  e já estava cansada de lá estar. A magia que sempre existiu nos meus regressos natalícios, desapareceu por completo.

No lugar dela, houve angústia, houve vontade de fugir, vontade de responder, a quem me perguntou se ia à terra, "não, não vou lá passar o natal".

Há por lá demasiados segundos toldados de conflitos emocionais internos que me abafam aquele sentido "bom" de lá voltar, de lá querer estar e de lá permanecer. 

Contrariamente, ao que julquei que fosse acontecer, aquela vontade de estar na terra de ninguém ou de todos, a capital de nome Lisboa, aumentou exponencialmente. 

Desisti de querer estar num círculo fechado de sentimentos mesclados de sentidos antagónicos, num vacilar de conversas sem consistência, de navegar numa barca que rapidamente pode ir ao fundo, de tão frágil construção que ela é.

Estou como o azeite e o vinagre, sempre de costas voltadas, sem qualquer possibilidade de se  misturarem. Já não quero envolvimentos emocionais, sob pena de criar uma explosão interna de pólvora sem fumo, ou fumo sem fogueira.

Só porque sim, estou assim, ou   porque não. A reunião familiar não está construída com paredes de sólidas verdades.  Por isso há espaços vazios que podem ser autênticos buracos negros e as crateras abrem-se sem se dar por isso.

Não há pontes de ligação firmes, nem estacas que páram os ventos de mudança.

Tudo se tornou demasiado cristal ou estou demasiado frágil emocionante. O meu cansaço é visível. 

Aquela mulher de embates e em constante ebulição está algures entre o passado longínquo e passado recente. Assim me vejo e me debato frente ao espelho interno do elevador.

O estado constante da fragilidade do meu pai abate-me por completo. São murros no estômago. São feridas que não curam.

A mãe, cada vez mais perdida na sua teimosia que a aniquila, diariamente, só porque nunca soube se queixar e porque a resignação da sua vida cobriu-a da cabeça aos pés.

Fases da vida que irão passar. Estamos sempre em mudança. E, agora, mais de meio século passado, vejo que foi uma vida cheia de dias feitos cacos  e outros de estrelas cadentes.  Mais  de meio século sobre os meus ombros, para perceber que  nada disto vale a pena e que se deveria dar valor a cada dia abençoado.

O adeus a 2019 está quase. Aproveito e desejo para vocês, um ano novo de sucesso, de muita saúde e uma boa pitada gargalhada para ele não ficar insonso.

 

 

19
Dez19

Presentes sustentáveis


Mãe Maria

De férias, mas a terminar os presentes de natal para as mulheres da família, que são muitas e se não me meto a fazer parte deles, vou à falência, lol. Uso materiais sobrantes dos trabalhos que faço para venda, ou reciclando materiais como roupas que já não se usam mas cujos tecidos estão bons. E aproveito fechos e botões ainda em bom estado. Acrescento sempre algo que compro mas que é usável.

Os embrulhos são feitos  com aproveitamento o que há em casa: com papel que não uso ou das revistas;  com tintas que aqui andam e que já dou pouco uso; e com os muitos tecidos que me enchem as gavetas.

Presentes sustentáveis para não acrescentar mais lixo ao que se produz diariamente, e que no dia de natal, aumenta exponencialmente.

Hoje a saga continua. Amanhã é  dia de encher pacotinhos com bolachas por mim confeccionadas, para os homens da família. Junto também, mais um pequeno presente que compro de produtos ecológicos.

E vocês? Quem já terminou com esta saga natalícia?

11
Dez19

Correr é moda?


Mãe Maria

Cada vez se vê mais gente a praticar corrida. É até uma moda que custa dinheiro porque as provas a que nos propomos fazer, não são nada baratas.

Gordos, magros, novos e velhos, vê-se de tudo. E aproveitam uma parte do dia, para desafiarem as condições climatéricas e dedicarem-se a esta causa, desafiando, da mesma forma, os seus limites físicos. Aproveitam o ar livre da rua, não pagam mesadas e queimam calorias, com grande benefício para a saúde.

Quando passo por eles, sinto uma satisfação enorme, em especial, se está muito frio na rua, ou aquele sol escaldante que, me mata e me deixa sem forças.

Não podemos é esquecer que, cada corpo tem as suas especifidades e limites próprios. Correr só dá saúde se soubermos respeitar as regras desportivas necessárias e sabermoscom o que  podemos contar de nós próprios.

Não devemos correr porque a amiga X e a Y também correm e correr está na moda. Não, assim, não há saúde que chegue.

No domingo que passou, aventurei-me à minha quinta meia maratona. 21 km e 95 metro, Não é tão fácil conseguir cortar a meta, como se pensa. São bastantes quilómetros e, só com preparação física e muitos quilómetros nas pernas, se atinge a leveza desta aventura, sem mazelas graves ao corpo. A juntar a isto, há que ter muita superação mental. Sem esta força, esqueçam. Fiquem em casa a ler um bom livro.

Há que treinar, há que respeitar os sinais do corpo, há que estarmos conscientes das nossas limitações. A superação não se consegue de um dia para o outro. Há muito trabalho anterior.

A minha primeira prova desta distância foi há cerca de quinze anos, ou talvez mais, um ou dois anos. Fiz uns treinos curtos poucas semanas antes, e a dificuldade encontrada no dia da prova foi gigante. Terminei-a dois minutos antes do tempo limite para a mesma, que eram três horas. 

Volvidos estes quase dezoito anos, há quase cinco anos, voltei ao ginásio e à corrida.

Não conseguia passar os dois quilometros seguidos e a uma velocidade baixa. Aos poucos a evolução foi-se notando e no ano passado, aventurei-me às provas de rua, e mais no final do ano, à minha segunda meia maratona. Faltaram-me vencer oito minutos para conseguir correr estes longos quilómetros da meia maratona, abaixo das duas horas.

Depois desta, já fiz mais três e em duas delas piorei os tempos em mais alguns minutos. Não me fez confusão. Terminei as provas e dei-me por satisfeita por isso.

Neste domingo, fiz a minha quinta meia maratona. Ao quilómetro dois sofria uma dor na perna esquerda que é devido a uma acumulação do ácido lático nos ossos. Tive de abrandar. Fui aconselhada por outros corredores, a desitir. Não o fiz. Mantive esse ritmo mais lento, até a dor se dissipar. Ver toda a gente a ultrapassar-me foi duro, mas mantive o meu foco. Conseguidos os 10 quilómetros, fui aumentando o ritmo, até ao km 18. Estava quase a terminar. O último, foi feito em completo esforço. Só queria ver a meta e passar por ela. E, ao chegar, ver que demorei duas horas oito minutos e trinta  e seis segundos, foi muito bom.

Treino, agora, para uma nova meia maratona lá para fevereiro, já com os meus 56 anos completos. Antes, tendo ainda pelo meio a corrida de S. Silvestre de Lisboa. Uma corrida que já é uma praxe.

Superar grandes distâncias é uma sensação que não é possível descrever. É duro. É sentir que já não temos a mesma garra dos vinte, nem dos trinta anos de idade, mas consegues ultrapassar quem tenha, agora, essa juventude. É sentir uma energia boa que te faz correr atrás de uma vontade de superação. É preciso ter muito foco, muito poder mental de "eu vou conseguir", e as pernas obedecem, de imediato.

O corpo faz mais do que o que pensamos conseguir atingir. Basta querer. Basta não ceder à primeira dor, ao primeiro cansaço. Basta mentalizar que se consegue. E no fim de isto tudo, o sabor de cortar a meta é genial.

E se pensas não voltar a estas aventuras, que te tiram da cama, num domingo, dia de descanço às seis da manhã,  enganas-te. Quando dás por isso, já te inscreveste em mais uma aventura.

Vamos nessa?

 

08
Dez19

Meia maratona, vamos nessa!


Mãe Maria

É domingo e já estou levantada, não por uma crise de insónia mas para ir participar numa corrida. Meia maratona. 21 km e mais uns metros. 

A parte mais difícil é levantar cedo ao domingo. O ir correr faz-se, mais devagar, mais depressa, a meta não foge. Está sempre lá.

Não tenho tempos definidos. Não corro para medalhas. Só para superação de mim mesma. 

Dizem que chove hoje. Não me agrada a ideia. Só peço ao S. Pedro que se aguente e chore mais lá para a tarde.

É preciso comer, agora, hidratos de carbono para dar energia. 

Bom, vamos ver como corre. 

Como quem corre por gosto não cansa, não se cansem por mim, como me costumam  dizer, só porque me estão a ouvir, no vosso caso, alerem-me. Eu vou-me aguentar. 

Até já.

06
Dez19

Divagações e desejos


Mãe Maria

Venho, aqui, lamentar-me por não ter um amigo que me deixa viver à borlix na sua majestosa casa de Paris, que me dê dinheiro para gastar à fartadix nas minhas Louis Vuitton e afins.

Estamos às portas do Natal e uns extras monetários sem existirem prazos de retorno, caíam que nem ginginha.

Vocês também queriam ter um amigo assim. Certo?

A história “Socraniana”, dos últimos meses, é tão engenhosa quanto tão hilariante.

A probabilidade de ter um amigo de infância ou da escola, milionário, nascido num país pequenino como ao nosso, é quase de um para dois milhões, digo eu que sou pouco entendida nestes casos miranbolantes e afortunados. E lá calhou um, em sorte, a este nosso ex primeiro-ministro, personagem real e que já consta da história deste país.

Afinal quem é o Sócrates?

Se falarmos do Sócrates que viveu entre 470-399 a.C., este foi um filósofo da Grécia antiga, é considerado o primeiro pensador do trio de antigos filósofos gregos, que incluía Platão e Aristóteles, a estabelecer os fundamentos filosóficos da cultura ocidental. “Conhece-te a ti mesmo” é a essência de todo seu ensinamento. (palavras não minhas mas que as achei por aí na auto-estrada virtual).

Ora, o nosso conterrâneo Sócrates, atual arguido da já conhecida “Operação Marquês”, tem  semelhanças a este Sócrates filosófico: foi para Paris estudar filosofia, quiçá aprofundar os fundamentos filosóficos da cultura ocidental. “Conhece-te a ti mesmo” porquanto ele denota um narcisismo tão vincado que só não vê quem não quer.

Cara de pau a fazer de nós uns palhaços e a transformar uma coisa séria num grande circo: ele é o palhaço principal, o rico, o que uma grande maioria dos miúdos não gosta por ser um sacana, com todos nós na plateia a dar umas gargalhadas e a deixar passar a coisa.

O único motivo porque não quero ter um amigo desses é porque a verdade, vem ao de cimo, quase sempre, e catrapuz, lá cairia em desgraça.

E ver o céu aos quadradinhos, sem poder ir dar um saltinho à praia, quando o corpo pede sol, areia e vento, não é coisa que esteja na minha wishlist.

Um ordenado acima do mínimo nacional, saúde suficiente para me livrar de medicamentos, uma familia com F grande, um abraço apertado, uma ida ao cinema, uma palete de tintas de aguarelas, um casaco novo, uma viagem ao universo, são desejos que eu poderia colocar, facilmente, na minha lista.

Não me calhou uma amigo assim, e eu já desabafei.

Haja saúde que tudo o resto se torna secundário.

BFsemana gente que eu, domingo, se não chover, vou dar um salto até Belém, a dos pastéis de nata, e lançar-me à estrada  para correr mais uma meia maratona.

 

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