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4 sapos

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

4 sapos

17
Set19

Boas notícias


Mãe Maria

Fui às urgências por causa da dor persistente nas costelas, consequência da queda nas escadas há duas semanas atrás.

Boas oticias: só traumatismo e não há costela quebrada.Muito bom. Fiquei feliz. Só tenho de esperar que a dor se vá embora, e que leva o seu tempo, mais uma semana diz a médica.

Entretanto a médica explicou-me porque recebi uma pulseira laranja, a segunda mais grave. Pois bem, e para espanto meu, que não me apercebi de gravidade alguma após ter feito a triagem, antes pelo contrário, pensei que era uma pulseira que me ia reter muitas horas na urgência, foi porque a minha pulsação era abaixo dos 60. Ora, bem, é protocolo do hospital. Doente que entra com esta pulsação de passarinho, tem direito a ser, quase de imediato, atendida. Assim, despachei-me das urgências em três tempos, mesmo com raios x pelo meio.

Na minha idade não é muito normal ser tão baixa, mas parece que é habitual em desportistas. Ora, lá fui dizendo que fazia umas corridas, com frequência, e que o meu médico de clinica geral, após os resultados de um eletrocardiograma, me tinha dito que tenho um coração preguiçoso.

E foi desvendado o mistério da minha pulseira laranja.

E não há nenhum problema cardíaco. Por ora!

Nem tudo é mau.

Recuperação da dor,  mais uma semana, e já posso voltar à rotina do ginásio.

Até lá, aproveito para dormir mais um pouquinho, que levantar cedo já vai custando.

 

 

17
Set19

Insónia sonsa e má III


Mãe Maria

É mais uma. 

Deito-me morta de sono, e qual varinha de condão, faz pirlimpimpim e vai-se o sono num voo noturno até às estrelas.

Logo a seguir, o cérebro enche-se de pensamentos de medo, de pânico ou mais sei lá o quê e desvanece a nuvem sonolenta, que ameaçava cair em cima de mim, e deixar-me dormir um sono profundo.

Em vez deste dilúvio, cai uma maldição, não me deixando fechar a pestana, e caminhar noite dentro num sono perfeito.

Dizem que não há duas sem três. Pois é, esta é a terceira vaga de sono fugido.

Haverá, em breve, uma quarta vez?

Faço figas e fica a esperança de não ver nascer essa maldita vez seguinte.

Qual a magia? Desconheço. Alguém a tem??

 

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