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4 sapos

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

4 sapos

29
Ago19

Festas populares de verão


Mãe Maria

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A cidade, onde nasci, está engalanada para as habituais festas de verão, em honra da Sua Senhora, da Nossa, porque é, também, de todos, dos Remédios. 

Nunca vi a cidade tão vazia de festa, mesmo estando enfeitada para tal.

São outros tempos, penso eu, ou os senhores que organizam a festa não sabem programar uma animação que anime e não afaste o povo, desta tão antiga tradição.

O programa é extenso mas, muito pouco interessante em conteúdo popular, bem como de nomes artísticos com "nome". 

Salva-se, amanhã à noite, uma noite de fado com a belíssima voz de Camané.

Tudo o resto é só um "encher chouriço".

Tirando este pormenor de falta de um programa animador, sobra o convívio com alguns antigos amigos/colegas ou mesmo familiares, que se encontram e  juntam para uma noite de animação.

E esta pouca animação, vem-se repetindo, ano após. 

Por isso, é caso para dizer, mais uma vez: pode ser que para o ano seja melhor!! Duvido!

 

28
Ago19

Levei com um galo na cabeça


Mãe Maria

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Fomos a Barcelos e levei com um galo na cabeça.

Nunca pensei ser uma cidade tão bonita.

Os galos são fantásticos, há muitos e aparecem em muitas ruas e ruelas, em museu, nas bancadas de vendas de rua.

De um lado do Cávado, avistamos, de Barcelos, Barcelinhos, que vivem de mãos dadas, em perfeita harmonia.

Encontramos uma cidade antiga em também em harmonia com o moderno,  que avistamos no património cuidado, nas lojas da moda, nos estudantes, alguns, ainda, nesta época de verão, com a suas batinas.

Uma cidade com gosto e com muito para ver e explorar, e ainda em pleno crescimento. Haja dinheiro e vontade da autarquia em ver mais e melhor.

 

26
Ago19

Uma bacia com história


Mãe Maria

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Era aqui, nesta bacia de esmalte branca, que todos nós, eu e meus irmãos, tomámos banho em bebés. Era a banheira onde sentimos,  um a  um, pela primeira vez, o sabor da água a lavar-nos o corpo. 

Era, também aqui, já crescidos, que tomávamos banho, agora em pé, porque não havia banheira, nem polivan. Havia o lavatório, onde se colocava a água e, com a ajuda de um copo de metal, regavamos o corpo. Esta bacia, era onde a água caía. Claro, o chão também ficava molhado,  mas a maior parte da água ficava na bacia. Havia chuveiro mas só de água fria e nem no verão éramos capazes de o usar. Só mesmo em dias muito quentes.

Era nesta bacia com história, que lavavamos as muitas meias que a minha mãe colocava de molho. Depois, com paciência, esfregavamos para sair a sujidade.

Lembro-me tão bem como se fosse hoje.

Hoje, a bacia de esmalte branco lascado, está em modo abandonado, pousada no tanque do quintal, servindo de depósito das últimas pingas desta velha torneira.

Tudo tem um princípio e um fim.

25
Ago19

O amigo certo


Mãe Maria

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É "o amigo certo". Porém, a certeza que tenho é que, à hora que hoje passei por ele, era um amigo incerto. 

Tal como o tempo cinza, aquele que hoje vislumbro à minha volta, escuro, negro, ameaçador, pingado de grossos pingos de chuva, ribombando, ao longe, uma trovoada ameaçadora, está incerto com a estação do ano que o calendário indica.

A certeza das coisas, do tempo, da vida, quem nos pode dar? 

Troveja no verão e faz sol quente no inverno. Cai neve e gelo na primavera, e vou à praia no outono.

Hoje porém, quem nos pode dizer, onde encontrar a certeza perfeita?

23
Ago19

Benzida pela sorte


Mãe Maria

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Sorte é decidires ir à praia, em pleno mês de agosto e:

-  não ficas encurralada em filas de trânsito quando precisas, para chegar à praia, de atravessar a ponte 25 de abril; 

- não tens filas para estacionar o carro no parque da praia e escolhes aquele que bem te apetece;

- não tens de te levantar de madrugada para ires arranjar um lugar para colocares a tua toalha, na areia da praia, sobrelotada, já a essa hora;

- não tens uma água cheia de algas nojentas;

- não levas com vento frio ou um céu nublado, cor cinza carregado, aquele tempo que não nos tem deixado saborear estes meses já passados do verão, nos enchendo de areia até à raíz mais profunda do cabelo;

- e tens, por fim, uma água fresquinha sem ser gelo para os ossos.

Isto, digo-vos, é mesmo muita sorte.

E, repito, estamos no mês de agosto, aquele em que Lisboa quase pára porque, mais de meio mundo saiu para férias, neste mês mais cobiçado e caro do ano.

Nunca esperei esta benção, tão perto de casa, sem aqueles transtornos habituais, onde meio mundo tenta conquistar o seu lugar ao sol.

Fui benzida pela sorte. Nunca pensei por ser pouco habitual em mim.

E que esta fique, assim, mais um tempo e já não preciso que me saia o Euromilhões.

Bem, exagerei! Essa sim, era a maior sorte do mundo. 

Será mesmo???

12
Ago19

Há pouco sol mas há verde na paisagem


Mãe Maria

DeIMG_20190811_162158__01.jpg passagem por terras portuguesas, entre o norte e o sul deste país, aliado à facilidade de ter máquina fotográfica inserida no telemóvel, coisa banal nos dias que correm, não resisti  a ir clicando, na ânsia de conseguir uma imagem que transmitisse o que eu ia observando.

Foi desta forma que eu, ontem, consegui me distrair, para não sentir o peso das horas que, inevitavelmente, a distância me oferece, além o de conseguir me abster das conversas cruzadas, saindo de vozes esguiçadas, do cheiro do apetite dos outros, da vontade de me pirar dali o mais rápido que pudesse.

Descontando os meros minutos que dormito, sempre agarrada ao medo de me sair um ronco e de me deixar envergonhada, aos que consigo me manter a ler as páginas do livro que carrego, não consigo evitar as cinco horas obrigatórias que tenho pela frente e que me desalinham. As curvas e contra curvas nem sempre me permitem fixar as letras sem me deixarem nauseada, como se me passeasse num barco ao sabor ondolante das águas que percorre. Não posso, por isso, dar-me ao luxo de ler as páginas que, de outra forma, o tempo não me dá tempo para elas.

A falta de rede em em certas zonas do percurso, não me permite navegar, à vontade,  sem ter de estar longos segundos a olhar feita lorpa, para um écran luminoso, à espera de um refresh de notícias, que depois de lidas, sabem mais a uma realidade virtual frágil, vaidosa, e quiçá, mentirosa.

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Ontem, em todo o percurso, o céu permaneceu nublado, umas vezes carregado de cinza escuro, outras de um branco pintalgado a cinza mais claro.

Não vislumbrei aquele azul do céu de agosto, cheio de bafo quente, e de transpiração alojada nos sovacos, ou em rostos a escorrerem uma água pingada, meio salina.

Nuvens, nuvens e nuvens, escondendo o raiar feroz do sol que se espera sempre quente, muito quente nesta época do ano.

Contudo, se o sol não desponta forte, não se perde o verde da paisagem.

E deu para sentir a beleza da renovação da natureza, numa incontrolável vontade de colmatar cada recanto negro deixado pelo fogo do verão passado.

Os ribeiros corriam alegres, mais cheios e gordos. E não  se vislumbrou fumo, fuligIMG_20190811_163125__01.jpgem e secura.

Os campos estavam vivos, semeados, e o repouso dos habitantes, nas esplanadas e recantos das aldeias, era notório.

E por momentos, apeteceu-me pegar no carro, e ir calcorrear o interior destas paisagens portuguesas, que estão sempre lá, mas que hoje são exploradas e inseridas em roteiros turísticos, dando vida ao interior.

Se por um lado foi bom, por outro, ao serem demasiado procuradas, percorridas, aproveitadas e exploradas até ao tutano, há o perigo do desleixe humano que deixa lixo onde não deve, que destrói sem se quer reparar que se destrói a si mesmo.

Em cada esquina, um passadiço de alguns quilómetros, uma moda, eu sei, mas levam-nos a recantos outrora desconhecidos, a cascatas solitárias, a riachos a morrerem de silêncio. E são percursos longos, de quilómetros suficientes para nos fazerem sentir um cansaço no corpo e um libertar da alma.

Há património renovado, há praias fluviais protegidas, há vida, há tanto verde à nosa espera, porquê chorarmo-nos com a falta de sol quente que nos empurra para a areia fervente e lotada da praia?

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09
Ago19

A Marta


Mãe Maria

Podia ser a minha filha Marta mas não é dela que vos vou, agora, falar.

A Marta Elle é uma minha leitora, bem recente, que me descobriu por acaso, por estas estradas de alcatrão virtual, e que eu retribui, quase de imediato, em visitas ao seu salão principal, porque me transmitiu, desde o primeiro minuto, palavras singelas e afáveis.

E não levei uma derrapagem quando a li. Trilhei um caminho limpo, em direção a uma casa com um sentido tão real da vida, nada lamuriento, sem lágrimas para secar.

Contudo, a Marta trilha um caminho tão sinuoso que, não fosse ela nos ir contando o que tem passado, não o saberíamos. E isto, porque não se chora, não diz mal do mundo, nem da vida, nem das pessoas. A Marta simplesmente descreve, com ligeireza e verdade sem rodeios, como está o seu fio de prumo, cada vez mais vacilante porque a verticalidade foge-lhe do controle.

A medicina está de tal forma extraordinária que tem construído castelos de encantar onde a Marta tem conseguido vaguear, umas vezes com mais fibra que outras, a sorrir, a dar graças a mais um percurso vencido.

Pela sua força, pela sua garra, pela sua aceitação do destino que lhe calhou, dou vivas aos profissionais que conseguem transformar a palavra dor em esperança. Mais um dia, mais uma vitória.

Para a Marta, que nos diz

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"Se a vida te der limões, faz limonada" e que me deixa sempre sem palavras quando a leio, envio o meu abraço apertado, com um forte desejo que ele fosse um espectro de energia positiva para ela.

08
Ago19

sem apetite para escrever


Mãe Maria

Estou sem apetite para escrever. Estou como o sol sem apetite, mas este é de raiar e nos torrar pele.

Há dias assim. Uns com mais inspiração do que outros.

Há muitos assuntos que me incomodam e me vão tirando as boas horas de sono. Contudo não são poesia. São mais uma lirica daquelas que adormecem de tão aborrecida que é.

Tocar nas teclas do PC e debitar aborrecimentos cinzentos para cima dos internautas não é agradável.

Por isso, vou indo, e mal haja algo mais animador, aqui estou eu a partilhar com vocês.

Ah, assunto importante que me lembrei agorinha: as galinhas do colega já estão a por ovos em quantidade suficiente que já deu para eu os comprar, lollolol. Gostaram?? Acreditem em mim, ovos de galinhas criadas ao ar livre são tão mais saborosos que os de aviários. Isso vos garanto. E a notícia é muiiiiiiiiiiiiiiiito importante.

E pronto, depois desta belíssima noticia, me vou!

05
Ago19

A minha sogra é dose


Mãe Maria

Pergunto-me a mim mesma, quase de minuto a minuto, desde o sábado findo, porque insisto em querer mudar o pensamento de uma sogra, filha e neta única, mimada, teimosa, com a mania que as certezas dela são as corretas?

Pois bem, lá me envolvi em mais uma discussão que me deixou, no final, com amargo na boca: aborreci o marido que não é a favor de confrontos, pois deixa para cada um o que cada um quer, e ainda saí de casa da sogra com receio de poder vir a dar-lhe a travadinha, e não era essa, de todo, a minha intenção.

Claro está que depois de tanta conversa, caiu tudo em saco roto, gastei latim, não entendeu mais de metade do que eu disse, e não a fiz mudar de atitude, nem de pensamento.

Umas horas mais tarde, de consciência pesada, porque um grilo falante atrás da orelha me fala, liguei-lhe a pedir desculpa por tanta invasão ao seu pensamento, e a saber se se encontrava bem.

Um alívio, porque embora seja sogra, e não sendo a melhor que se pretende, não quero mal algum a ela. O o pacote vinha com um marido excelente, mas com sogros e cunhada duvidosos. Sei que não se pode ter tudo na vida, e se calhar eles pensarão o mesmo de mim, eh, eh.

Da minha parte, só queria mesmo ajudar perante as suas constantes queixas de solidão e de dores, umas físicas e muito limitativas, outras psicológicas, que estão a leva-la a uma solidão mais funda que a de um poço bem fundo e escuro.

Perante tanta inação em querer resolver eficaz e racionalmente os problemas de saúde, fica-se de pés e mãos amarrados. Eu acho que se não somos nós a remar contra a maré, a gente afunda-se no lamento que não constrói, só destrói e levanta penas desnecessárias.

Entendem-me?

Bom, mas isto, dirão alguns de vocês, é a minha versão da história. Haverá outras, a do lado dela, pelo menos. As duas juntas serão um problema, que achado um meio termo, poder-se-ia atingir um ponto de rebuçado. Só que não vislumbro a possibilidade de um consenço, de uma solução medianamente ideal porque a capacidade da minha sogra para se defender das minhas propostas é de ir à lágrimas, pois é feita de frases que me atira à cara, que só atulham o pensamento e impedem a ação. Aqui vos deixo as mais recorrentes:

- "Não se esqueça que já tenho 78 anos...";

- "Quando você tiver a  minha idade...",

- "Deus queira que não tenha o mesmo que eu";

- "Vou ao cemitério porque tenho lá a minha mãe (falecida há 20 anos, haja paciência), e agora o meu marido (daqui a pouco faz dois anos, acrescento eu)";

- "Só Deus sabe a dor que tenho no meu peito por os não ter aqui comigo" (pois se rega diariamente esta dor com lágrimas, fica dificil amainá-la, penso eu de que!);

- "Não posso que a minha reforma é pouca" (e o dinheiro atulhado no banco??, digo eu. Se é para uma emergência, como ela me diz, estes problemas não serão emergências, ora bolas?);

Razão tem o marido, é ouvir e deixar viver como ela quer.

E vê-la assim, pergunto eu agora, não é mau??? Pois para mim é, mas vou ter de aguentar a lamúria e dizer sempre que sim com a cabeça, tipo aqueles cães que se vendem nas feiras populares que estão sempre a abanar a cabeça.  Na nossa visita e conversa semanal, vou ter de ir dizendo, "pois, que chato", e "coitada de si!", etc, que parece que são pequenas frases que lhe aliviam a alma. Vou ter de conseguir tolerar as palavras que ela vai discursando e que vão torrando o meu pensamento e a do filho; vou ter de fazer de conta que tudo não passa de uma história de vizinhos que nunca os vi nem mais gordos, nem mais novos e que agora estão velhotes.

Isto não é cinismo? Cheira-me a que sim e fica difícil sê-lo.. Mas terá de ser assim. Não posso é deixar o sofrimento real da senhora, afetar o meu bem estar. Tenho de terminar a visita a sua casa,  com um ar de pena, dizer tXau e bye, bye, como se houvesse chatices, e o caldo fica perfeito e saboroso, sem colher de pau a desfazer a couve tronchuda.

Ela continuará no seu marasmo, com o seu manto de lamento, que é parte da sua solução. Nada mais pode haver, pois o caso só se resolve à maneira que ela quer.

A minha sogra não é a minha mãe, e no meu caso é sogra de papel escrito, que por Deus foi abençoado, porque o casamento teve um padre, até bastante querido, a rezar as suas orações, e benzer as alianças.

Que assim seja, Amém!!

02
Ago19

O Olhar da Manu


Mãe Maria

Hoje é agosto, o segundo dia do mês que, supostamente, deveria ser o mês mais quente do ano. E hoje é véspera de fim-de-semana, e o início do mês onde mais gente deixa para segundas núpcias os locais do trabalho, indo à procura de dias de descanso, que acabam por ser, também, dias de cansaço. Verdade?

Hoje é agosto e há Follow Friday, não black friday, entenda-se.

E a Manu tem um espaço cheio de fotos simples, lindas e sempre acompanhadas de textos encantadores.

Procurem-na e saboreiam a simplicidade do seu blog.

Aproveitem as férias, para quem as inicica e desejo a todos bom fim-de-semana para quem a rotina trabalho caso ainda se encontre no ativo.

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Eu continuarei a percorrer o caminho que me leva até ao local de trabalho, até que, mais de metade do mês passe a fazer parte do passado, já com um olhos no dias seguintes, para aproveitar para gozar as minhas merecidas férias.

Por aqui, e como disse no meu post anterior , creio que vai ser um mês de quase descanso porque tudo funciona a meio gás, um braço pede favor ao outro, e as pernas só caminham com o peso do cansaço a gemerem por caminhos novos.

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