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4 sapos

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

Mãe de dois, 56 anos. Gosto de livros mas não me dedico 100% a eles. As costuras, pintura, cozinha, caminhadas e corridas ocupam o resto do dia. Fazer bolachas é um mimo, escrever é um alimento da alma.

4 sapos

11
Jul19

Saborear a nossa casa


Mãe Maria

Férias em casa é melhor que,  férias sem casa.

É óbvio. No entanto, dito isto, quero tão apenas dizer, que férias passadas por casa, sem mudar de local, cidade, terra e rua, são também umas boas férias. Para mim, claro.

Só o facto de não ir ao trabalho, não ter o compromisso de me apresentar ao serviço para cumprir um horário ou mais além dele, já é um excelente motivo para serem umas preciosas férias.

E ainda digo que, mesmo existindo um motivo para esta permanência, a falta de grana abundante (que há alguma, convenhamos) para outras aventuras no exterior, aproveito para passar mais horas do dia em nossa casa, visto que nos restantes dias do ano, só lá estou, quase sempre já de noite, com exceção dos fins-de-semana, ocupados com as mil e uma tarefas domésticas, necessárias.

A verdade é que passamos meses e horas a fio no local de trabalho, sendo a nossa casa quase só para dormir.

Portanto, há que juntar esta baixa monetária, ao gosto de usar a nossa casa com prazer e dedicação, à preguiça e "rabo" no sofá, não com uma lamúria, uma salvé rainha, um ai jesus ou uma desgraça que bateu à nossa porta.

E não é um consolo por consolar, uma mentalização para não chorar, nem um esquecimento que há paraísos tão bons para gozar.

Não é nada disto. É mesmo juntar o útil ao agradável

Não podendo, não choro. Férias caseirinhas, são delícias. Tão bom saborear a nossa casa sem pressas.

 

10
Jul19

Amor pelo verão, esmorecido


Mãe Maria

O verão anda por cá e a mim traz-me coisas que eu adoro.

A luz intensa e os dias compridos são uma das belezas desta estação. E terminar estes dias longos a ver o por-de-sol, estendida na areia ainda quente, é um prazer que não se consegue contar, só mesmo vivendo.

Os dias quentes que me permitem sair de casa, manhã cedo, sem ter de carregar um casaco ao ombro, é outras das minhas delícias desta estação. Viver o dia com roupa leve, sem me prenderem os movimentos. É tão bom, que quase supera o calor que me faz transpirar, que não gosto.

E o verão, já com a ajuda da primavera, trazem às costas, uma variedade de fruta tão grande que me saciam e aquecem a alma. A começar com as cerejas e os morangos, as framboesas, os pêssegos de todos os géneros e feitios, os alperces,  as nêsperas, as ameixas encarnadas, amarelas, as rainhas-cláudias, as meloas, as melancias, o belo do melão, o maracujá, os figos, e se estes forem de pingo de mel, começo já a babar-me.

E as refeições leves e frescas, os sumos naturais, as frutas com iogurte natural pintalgado de sementes, as saladas coloridas, as tartes de pêssego e alperces, os cheesecake de morango, framboesa e maracujá, a variedade de sorvetes e gelados de frutas, as gelatinas, as mousses, e para quem gosta, as compotas para uso durante o inverno?

Bom, uma extensa lista de coisas tão boas que faz do verão uma estação quase perfeita.

Contudo, com o aquecimento global, este lindo Senhor, vem acompanhado de temperaturas demasiado elevadas que se tornam maléficas ao corpo,  aos incêndios,  à secura da terra. São um peso pesado para a vida na Terra. E o meu amor por esta estação, fica esmorecido.

08
Jul19

Confessionários, como gostar deles?


Mãe Maria

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De passagem pela majestosa Sé de Lamego, deparei-me com os confessionários que tanto odiei em jovem menina.

Foi nestes onde eu, pela primeira vez, tive de ir confessar, o que me obrigaram a dizer. 

Foi um dia de muito tormento interior, tal como todos os outros que se seguiram, todos eles por obrigação, ora maternal, ora por ser ritual da catequese.

Nunca tive uma vontade espontânea de lá ir descarregar um peso interior.

Nunca entendi este ritual de limpeza da alma. Nunca o desejei na minha vida. Nunca senti necessidade de uso recorrente. Nunca achei que fossem um caminho aberto direto ao céu.

Estou a ser uma herege, eu sei.

Isto de contar pecados a um padre, pecador também, nunca me fez qualquer sentido. Era, para mim, uma vergonha, um rebaixamento, uma quase castração ter de ir contar o que nada havia para contar.

Hoje, estes objetos de culto passarão a fazer parte da minha história, já passada, num álbum fotográfico virtual, e não passam no presente, como apenas um património da história católica do nosso mundo.

04
Jul19

Homens e mulheres: o que há de errado?


Mãe Maria

Discussão de pensamentos, entre colegas homens e mulheres, a meio da nossa hora da ginástica:

- O teu marido ajuda nas tarefas domésticas, pergunta a colega A?

- Ele não tem que ajudar, comenta uma outra colega, a B, ele tem de fazer.

- Sim, respondo eu. Ele aspira, limpa o pó, muda a roupa da cama, passa a ferro, e outras coisas.

- Chiça, então e o que fazes tu?, diz um deles, o colega D. O rapaz é um escravo.

- Lavo as casas-de-banho, a cozinha, não só o chão, mas também o frigorífico, os móveis, os azulejos, etc. E lavo o chão da casa, ponho a roupa a lavar, estendo-a, embora ele também faça estas coisas caso eu não possa.

- Claro que fazemos muitas outras coisas. E tu ainda fazes as costuras. Acho bem que ele faça se não podes, diz a colega B.

- E limpo os cantinhos onde o marido não chega. Dou uma limpeza maior porque há coisas que ele não limpa.

- Pois, diz o colega D indignado. A minha também tem essa mania. Eu limpo e depois vai fazer o mesmo que eu, porque diz que não llimpei bem. Depois queixa-se que tem muito trabalho. É sempre o mesmo.

- Por isso eu não faço nada, diz o colega X. Não estou para ouvir dela. Ela que aguente, é se quer.

É sempre esta "guerra" entre sexos. Elas queixar-se-ão: Eles nunca fazem nada; Eles só ajudam e deviam era fazer; Eles nunca fazem nada bem; e Eles, dirão: Para elas o que fazemos está sempre mal feito; Elas acham que a gente só ajuda; Elas dizem que o que fazemos é sempre pouco; Elas só nos vêm a ver futebol e sentados no sofá a não fazermos nada.

Conclusão: Esta conversa nunca irá deixar de existir. Elas e eles terão sempre estas queixas no bolso. Somos diferentes, quer queiramos quer não.

E esta conversa é a ponta de um Iceberg nas guerrilhas entre sexos.

 

03
Jul19

SNS - Apresento a Liliana


Mãe Maria

Para quem não conhece a Liliana, deixo-vos aqui o endereço do seu blog , concorrente da sapo mas, mesmo assim, tenho de vo-la apresentar. Não a conheço mas é como se a conhecesse. Mesmo que virtualmente seja o meu conhecimento dela eu creio que tem um coração do tamanho do universo, que uma vencedora e uma miúda fabulosa. Não fosse a ajuda dos médicos do nosso Serviço Nacional de Saúde (SNS), ela não se encontrava já neste mundo, conforme nos conta num post seu que, nos escreveu na sua página do face:

"Há meses que tinha esta consulta de otorrino agendada num hospital público para a Ana. Não sendo nada urgente, é importante que seja vista por um médico de especialidade.
Hoje era o dia. Esperámos duas horas até que uma enfermeira teve a tarefa aborrecida de me explicar a mim (e a outros pais que estavam na sala de espera) que não conseguiam localizar a médica, pelo que, presumiam que estava de greve.
Eu devo literalmente a minha vida a vários médicos.
Ao Dr. Gentil Martins que me operou em condições muito adversas sendo eu prematura de muito baixo peso, aos quinze dias de vida, depois de me recusarem a operar porque “não valia a pena porque assim como assim ia morrer”. Sobrevivi.
Ao Dr. Torrado da Silva e à Dra. Karin Dias que orientaram os meus pais, dois miúdos de vinte anos, e os ensinaram a cuidar de uma recém nascida com uma patologia grave.
À Dra. Arlete Martins do CMRA que dos 2 meses aos 18 anos acompanhou cada decisão cirúrgica em conjunto com o Dr. Salis do Amaral, cada período de reabilitação pós cirúrgica, cada estádio do desenvolvimento e desafios novos que se colocavam. Que já na puberdade me liberou das botas ortopédicas e das talas e assistiu, à minha marcha autónoma, de lágrimas nos olhos.
A Dra. Guilhermina Ladeira acompanhou a minha gravidez de alto risco, recebeu-me em cada urgência, ouviu todos os desabafos da minha depressao pré-parto, aliviou-me com serenidade cada angústia e interrompeu as suas férias para vir ajudar a Ana a vir ao Mundo e cozer-me a bainha de amor que restou na minha barriga. Nunca a esqueceremos.
Recentemente tive um problema de saúde e foi a Dra. Daniela Marto, o Dr. Alexandre Camões e a Dra. Sílvia Barbosa a que me salvaram. Literalmente. Sempre com genuíno interesse, preocupações para além das clínicas e amor pelo próximo. Que somos todos. Que fui eu.
Se não fosse o SNS eu não estaria viva. Mas se não fossem os médicos eu não só não estaria viva como não seria a pessoa com marcha autónoma, potencial cognitivo intacto, capacidade de auto gestão das limitações inerentes à minha patologia, mãe, funcional e resolvida que sou hoje.
Não foram apenas procedimentos clínicos. O Dr. Gentil Martins não se limitou a encerrar a minha mielomeningocelo: arriscou operar-me, importou-se, investiu, acreditou. A Dra. Karin Dias e o Dr. Torrado não se limitaram a acompanhar os primeiros meses: capacitaram os meus pais, confortaram-nos, fizeram-nos vincular-se e acreditar no meu potencial. A Dra. Arlete não me prescreveu apenas ortoteses: deu-me lições de exigência, rigor e resiliência, não se condescendeu e fez-me alcançar sempre o máximo do meu potencial, acompanhou a minha mãe no pós divórcio com a missão de quem é mais de que uma médica. O Dr. Salis do Amaral não me retirou apenas o cuboide e fez-me o alongamento do tendão de Aquiles: ia todos os dias, mesmo os de folga, à minha cabeceira da cama do hospital Sant’Ana para me chamar campeã. E eu acreditava.
A Dra. Guilhermina não me fez apenas uma cesariana: preparou-me nos meses de gravidez para ser mãe da Ana, sem medos nem receios, com confiança e segurança. Capaz.
A Dra. Daniela não me receitou apenas medicação na consulta da dor: salvou-me de uma depressão, do desespero. A Dra. Silvia Barbosa e o Dr. Alexandre Camões não me fizeram apenas infiltrações: devolveram-me a marcha, devolveram à minha filha a sua mãe.
Hoje a Ana não teve consulta de otorrino. E eu expliquei-lhe o porquê e tudo bem: os médicos são nossos amigos.
E nós aos amigos fazemos sempre uma única coisa: estamos com eles, apoiamo-los.
Hoje esta greve também é nossa: de todos os que foram salvos pelo SNS e que o querem inteiro. De todos os que devem as suas vidas aos médicos que não são apenas médicos: são pessoas que salvam pessoas. E que o devem fazer num contexto da maior dignidade. Pessoas que escolheram uma profissão de amor. Obrigada."

Nós passamos a vida a dizer mal do nosso SNS. Umas vezes porque fomos atingidos por uma qualquer negligência, atrasos brutais, outras só porque embirramos e não toleramos. Para trás fica o esquecimento e a gratidão a todos aqueles profissinais que, na sua grande maioria, são dos melhores que temos. E muitos trabalham em condições bem adversas, ultrapassando barreira físicas, linguísticas, de salubridade, de stress, sem deixarem de nos tratarem no melhor que sabem.

Eu nunca esquecerei a minha fabulosa médica do Centro de Saúde, a Dra. Teresa Agostinho, que era uma médica, psicóloga, uma amiga, que não descurava rigorosamente nada. E as condições de trabalho eram tão frágeis, num ambiente de doentes difíceis por mil e uma razões. Ela chegava ser a porteira do Centro, porque não apressava o cuidar dos seus doentes, quando a hora de fecho do Centro se aproximava. Aceitava com um sorriso o "até amanhã" da funcionária administrativa, ficando apenas ela e os seus doentes, cuidando de nós, meticulosamente.

 

 

02
Jul19

Notícias excessivas e empoladas


Mãe Maria

Vivemos com um excesso de meios de comunicação social e que estão ao dispor de qualquer pessoa, a todas as horas do dia, bastando para isso, ter um telemóvel com dados móveis. Um aparelho que não se dispensa, sejamos nós endinheirados, ou não.

As notícias correm a mil à hora e entram-nos pelos olhos e ouvidos com um empolamento excessivo. Chegam a serem exaustivas, por repetições exaustivas, também. Na verdade, há que dar alimento aos muitos minutos alocados para os noticiários, acabando por se tornarem palavras e debates cansativos. Este excesso torna-nos imunes aos casos, banalizando os acontecimentos, uns mais gravosos que outros.

Hoje, mais uma notícia corre nas veias da comunicação social e que nos irá invadir os ouvidos e a cabeça, caso não mudemos de canal ou nos ausentemos desta via virtual.

Contudo, este caso, é mais uma nova corrupção, a abraçar tantas outras, que este país vem transportando às costas e nos tem dado como presentes envenenados. Somos um povo tão corrupto? O que nos leva a chegar a este ponto? Ou sempre o fomos e não sabíamos porque, hoje, não como no passado, temos à disposição meios de comunicação que nos invadem a privacidade, que entraram porque lhes abrimos as portas?

Esta notícia e tantas outras, deveriam ser uma preocupação real, mas que banalizamos porque o bombardeamento mediático à volta dos casos, é excessivo.

Deste lado Já não há paciência para assitir a tanto descalabro e saber para onde voa o diheiro dos meus imposto.

Por isso, eu sou daquelas que vira de canal só para os não ouvir e ver imagens. E vocês?

 

 

01
Jul19

Pais e o 1.º dia de escola


Mãe Maria

Saiu, hoje, no Diário da República  o Decreto-Lei, doravante DL, que permite que os trabalhadores da Administração Pública faltarem justificadamente para acompanhamento de menor de 12 anos no primeiro dia do ano letivo.

Sobre este assunto há umas considerações que me apetece dizer-vos:

1.º: é uma medida para encher chouriço. Há tantas outras que deveriam estar no lugar desta, a regulamentar outras questões muito mais importantes. Este DL apenas vem regulamentar o que todos ou quase todos os funcionários do Estado, já fazem ou faziam no passado: terem uma folga para acompanharem os seus rebentos à abertura do ano letivo. A diferença, é apenas a de não terem que pedir ao chefe que, na generalidade, são compreensivos e justificam a folga do funcionário. Todos os males, desta organização de trabalhadores do Estado, fossem este.

2.º: É mais uma benesse para aumentar a inveja e raiva do privado, sobre o funcionário público. E não havia necessidade!!

3.º: E convenhamos, folga para levar um filho de 12 anos à escola??? Os miudos nesta idade já se encontram no inicio da adolescência em que, "ser acompanhado pelos pais" tem mais importância quando precisam de pedir uns dinheiritos a eles. Sou mãe e lembro-me bem disso. Nem os meus filhos queriam que eu aparecesse na escola. Conclusão: os pais tiram a folga para gozarem mais uma horas fora do serviço!

4.º: E por último esta medida deveria ser para "todos", trabalhador do público ou do privado. Assim era uma medida justa. Deveria estar integrada no Código do Trabalho.

E mais não acrescento. Digam agora vocês da vossa justiça!!

01
Jul19

Todos queremos


Mãe Maria

Já estamos num tempo pré eleitoral e à custa disso, as pressões sobre o Estado, em forma de greves, aumentaram.

Todos querem ser satisfeitos, numa tentativa de recuperarem estes dez anos de congelamentos.

Reivindicam-se recuperações de vencimentos, de subsídios, de carreiras, de anos de serviço e de mais sei lá o quê. E mete-se o Estado em Tribunal. Este vai dando aval a tudo e o Estado tem de pagar milhões em cima de milhões.

Parece que, repentinamente, o euro milhões saiu ao Estado e este passou a ter dinheiro para pagar tudo e a todos.

Mas como, se não produzimos riqueza?

Sou funcionária do Estado e contra mim mesma eu falo. Tomara eu que me pagassem o que me retiveram e revolto-me quando o Estado compra coisas como o SIRESP, o velho sistema que nunca funciona, e nunca irá funcionar quando for necessário, não dará lucro, só prejuízo; irrito-me quando sustenta Berard's, chicos espertos que ainda se riem da gente; irrito-me com as falências dos bancos que serão sustentados pelo Estado e cujos banqueiros, já de calos apertados, tornam-se todos uns desmiolados, etc, etc. E muita mais coisa me irrita e haveria para dizer.

O povo, sente-se discriminado,e quase afogado, vem à toa da água reivindicar direitos e direitos e mais direitos..., só se pedem direitos mas nunca se questionam deveres e obrigações. Lá está, é a velha máxima, se os outros comem tudo, porque não hei-de comer também???

Ainda há pouco falava com os colegas e eu dizia que o Estado, que se diz laico, deveria acabar com todos os feriados religiosos. Ficaram todos escandalizados. Não, isso é que não. Ora essa...

Então, eu questionei-lhes se eram religiosos, e logo a resposta foi não, mas que há gente que o é. Pois, ripostei eu, e as outras relgiões não estão a ser discriminadas? Ah, pois, coisa e tal, não, porque são minorias, e blá, bla´...

Pois é, sempre o mesmo blá, blá, blá..."sou ateu mas quero gozar o dia de Nossa Senhora da Assunção, que nem sei o que é". E com sorte, se for um dia de sol escaldante, é um bom dia para ir à praia, ou as férias começarem um diazito mais cedo.

É sempre assim. Para beneficio próprio há sempre um direito que se encaixa na perfeição.

Sugeri, posteriormente, que o Estado para compensação, e não me caírem, de novo, em cima do pelo, aumentaria os dias de férias, em mais cinco dias. Assim, cada um faria dos dias o que lhe conviesse melhor, quer fosse para irem à praia, ao estranjeiro, ficar em casa ou para festejarem o Natal. Tiravam um dia de férias, e ponto final.

Pronto, assim era uma boa medida, que estava muito bem pensado, e a cara era já feita sorrisos. De repente transformei-me numa boa politica com uma ideia excelente. Num minuto, passei de besta a bestial, ah, pois é. Dei-lhes direitos e tudo se resolveu.

O Estado abriu a caixa de Pandora dando aos juízes benefícios quando eles já são grandes beneficiários. Agora a caixa vai ter de continuar aberta e lançar euros, se não as eleições deles ficam em risco. Vamos ver o que daqui resulta. A meu ver, a Senhora Troika que já se foi embora há um tempo, não tarde em ter de fazer, de novo, as malas e vir instalar-se mais uns anos por aqui, para nos obrigar a apertar de novo o cinto.

 

 

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